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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Tudo bagunçado, mas, vibrando com o objetivo. A pedra de gesso fixa e o instante dos movimentos captados na foto congela a história do trabalho com os seus desafios. Movimentos bruscos acarretam repetidos impactos do martelo sobre o molde tosco, a espirrar a brancura sobre as almas de crianças. Tudo caótico, lambrecados no cansaço em pleno ar gelado a buscar a perfeição. Ambos gostam do que fazem, esquecem do tempo e da casa, batalham solidários para vencerem as etapas de isolamento dos sentimentos, brincam benignos para extrair com esmero a esperada obra. O nosso esforço é um pequeno passo ao encontro da multidão, somar-nos à humanidade para o todo tornar-se um só espírito. Coitadinha, coitadinho, não, nada disso, aqui todos estão movidos por profissionalismo, somos responsáveis em atos e sentimentos. Uma vez indiferentes, sem afinidades e respeito, a diferença acentua até cair na dispersão. Queremos a simplicidade nos gestos, a candura nas palavras, a singeleza nas intenções e atitudes, assim, tornar tudo importante agora.